Pão & Poesia na Terra do Sempre


O RIO DOS VENTOS

 

Saí para pescar cedo, queria trazer o tempero do almoço. Entrei na pequena vereda e senti o cheiro da folhagem respondendo aos primeiros raios de sol. Era cheiro bom de mato verde e de terra virgem, que ainda tinha muita pra essas bandas. Pouco mais de dois quilômetros andei e avistei a pedra lisa que eu sentava para pescar. Arrumei tudo como de costume e esperei o vento trazer o rio que se foi na última seca.

http://goto.glocalnet.net/kortkommando/fishing640.jpg



Escrito por Gildemar Pontes às 19h37
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TUA BOCA

 red Copyright © 2004 by emily savva

tua boca roça meu desejo
um feitiço quando falas
quando beijas 

tua boca é vulcão
portal da saliva
que me queima 

tua boca é moenda
ritual para o verso
ternura que algema



Escrito por Carlos Gildemar Pontes às 20h50
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AVE

 

A palavra ave
nasce no coração
ganha força
vai ao sonho
acende-se
revolta-se
poema-se.

Sunset Shadows Copyright © 2005 by Devin Manky



Escrito por Carlos Gildemar Pontes às 13h12
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