Pão & Poesia na Terra do Sempre


QUATRO POEMAS FORMALISTAS BRASILEIROS MEIO MOFADOS
Publicados no Correio das Artes,  edição 05/06 de fevereiro de 2005
http://cd-artes.blog.uol.com.br/
 
 
EXERCÍCIO PARA GAGO


 
Está na hora de acordar

Está na hora de a cor dar

Esta hora de Ana dar cor

Esta Ana dá de cor na hora

Esta cor de Ana não sei não

Esta Ana que dá chora

Esta Ana, vixe-Maria, tora

 

AMIGO DO REI
Para D. Lula, que se perdeu no caminho

 

Pero Sim, Pero Não,

Pero Vai(z) no

Caminho

 

POEMA CENSURADO PELA MINHA MÃE
 

Eu e minhas fadas

Eu e minhas fodas

Eu e meus banhos demorados

-         Menino, tu vai morar nesse banheiro?

Ai, Regina, depois eu volto!

 

DA BESTIAL E MAIS COMPLETA INUTILIDADE QUE É FAZER UM POEMA CONCRETO OU MINHA MÃE TINHA RAZÃO...- MENINO, DEIXA DISTO!

Para o dublê de poeta Arnaldo Antunes e para o

cacique Xuparramaei, que achou este poema feio

 

     M  A

    E      C          O

  O          O      T

P              N    E

         P        C R  T O

         O   N C   E

    P    E M O    R

  O  O      A C  C  E

 E       E         N      T

M          M    O          O

      A       E     M A C

B U R  R  U     A C

        R  O

 



Escrito por Gildemar Pontes às 22h30
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