A COISA DA PARTE
A alma do porco
É gorda
A lama do corpo
É parda
A mola do torto
É lerda
A mala do morto
É tarda
Recebi com prazer este poema de uma poeta portuguesa amiga e estou entregando-o ao grande público com carinho.
POEMA PARA GARCIA LORCA
Há cravos no jardim
de Lorca
rosas azuis e sementeiras verdes
gramíneas escalam paredes
poemas brotam dos
seus olhos
Há um cheiro bom
no paletó de Lorca
madeira verde de mata fresca
lírios e orquídeas
violáceas brilham
entre seus dentes
Lorca soube ser flores
Carolina de Loar
(Veja o Regulamento do Concurso Nacional de Conto e Poesia Acauã abaixo destes poemas)